Atualizado em 15:35

Estudantes da UFT voltam a reclamar da escuridão no câmpus de Palmas



O problema é recorrente e foi mostrado outras vezes pela TV Anhanguera.
‘A gente não tem segurança’, reclama estudante.

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Esgundo estudante, a iluminação no câmpus da UFT em Palmas se restringe ao interior dos blocos
(Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Os estudantes da Universidade Federal do Tocantins (UFT) voltaram a reclamar da escuridão no câmpus de Palmas. A TV Anhanguera já mostrou o problema outras vezes e retornou ao local na noite desta quarta-feira (16). As luzes estavam acessas, mas segundo os alunos, nem sempre é assim.

“Estava escuro até antes da equipe chegar. Parece até que [a luz] foi ligada propositalmente depois que [a equipe] chegou. Geralmente, quase todos os dias só tem uma luz acessa além do bloco. No estacionamento é tudo escuro”, conta a estudante de administração, Rosa Maria Rodrigues.

Nesta quarta-feira, a iluminação estava um pouco melhor, mas o câmpus poderia estar mais claro, já que os postes têm duas luminárias, mas na maioria dele, só uma lâmpada fica acessa.

“Geralmente a direção e a prefeitura de câmpus respondem que vão ligar, que vão consertar, mas geralmente um dia após a demanda liga e depois volta a ficar tudo escuro de novo”, afirma o estudante de direito, Brendhon Andrade.

Mesmo com algumas luzes acessas, há pontos mais escuros na universidade. Os alunos, sem opção, precisam se arriscar.

“A gente não tem segurança. Pode acontecer um assalto ou qualquer coisa do tipo. Porque esse tipo de pessoa [assaltante] está ligada no que está acontecendo, percebe esse defeito na universidade e acaba vindo para o lugar. Já houve tentativa de assalto e a gente fica vulnerável a essas situações”, reclama o estudante de administração Alex Almeida.

Atitude
A reclamação é recorrente. Desde dezembro do ano passado a TV Anhanguera vem mostrando a escuridão e a reclamação dos estudantes. Na época, os alunos chegaram a realizar um protesto.

Cansados de esperar, Rosa diz que os próprios estudantes fizeram um levantamento dos pontos mais críticos.

“Pegamos o projeto da faculdade e estudamos tudo. Demarcamos poste por poste porque foi alegado que não havia quem fizesse isso. Falamos das lâmpadas que estavam queimadas, sobre aquelas que acendiam tarde. Marcamos nos postes e nunca deram retorno sobre isso.”

G1 Tocantins